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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Professores de ouro - Parte I





Ao presentear Jesus com ouro, os sábios reconheciam a sua realeza. Segundo a Bíblia ele é o Rei dos reis. Mas quais qualidades atestam sua majestade? O que nós professores podemos aprender com elas? Vejamos 12 dessas qualidades:

1- Cristo é um Rei Humilde. Ao entrar em Jerusalém montado em um jumentinho ou ao lavar os pés dos discípulos ou ainda ao se deixar batizar por João Batista, Jesus se esvazia de toda arrogância e orgulho para nos mostrar que nossa grandeza é proporcional ao serviço que prestamos ao próximo. Certas vez uma aluna me fez uma pergunta. Ao dizer-lhe que não sabia a resposta, ela me olhou com espanto e com um certo desdém me inqueriu: “como não sabe, o senhor é o professor, não é?”. Sorri e fui sincero, expliquei calmamente que o fato de ser professor não me impedia de não saber algumas coisas, mas que iria procurar saber. As vezes ainda temos resquícios em nós daquela velha pedagogia autoritária que nos ensoberbece e faz agirmos como donos do saber. Isso não apenas falseia a realidade de nossa ignorância como  levanta barreiras de relacionamentos com nossos alunos. Ao nos colocamos em um pedestal deixamos de aprender, nos acomodamos as velhas práticas, ao saber acumulado, nos privamos das novas experiências. Jesus como criador do mundo, todo poderoso e onisciente, poderia ter chegado a Terra se vangloriando de ser o maior e desprezar o viver terreno, afinal, o que é a vida neste mundo comparada ao céu?, mas não se fechou em seu “mundinho”, não impôs a sua verdade, conquistou. Jesus sabia tudo de ser Deus, porém foi humilde para aprender tudo sobre ser humano: emoções, sentimentos, necessidades, desejos, sonhos... Um dia ouvi que muitos homens querem ser reis, muitos reis querem ser Deus, mas só Deus que é Rei quis ser homem.

domingo, 15 de maio de 2011

Jesus, Osama e seus métodos



Recentemente foi capturado o ícone do terror. Amplamente alardeado nas mídias, aquele que legou ao mundo um rastro de apreensão e destruição agora já não vive mais, porém seus métodos sim.

Osama Bin Laden conquistou a admiração e o respeito de seus seguidores, o medo de seus inimigos. Criou redes autônomas. Formou homens capazes de dar a vida por sua “causa”. Ensinou a vingança, a defesa do emprego da força sobre o diálogo. Sua metodologia consistia em ameaças, torturas, sequestros, explosões e mortes. Foi um mestre em sua matéria, mas o que deixou? Como nos lembraremos dele?

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Professores: Humanos ou Andróides?

Estava revendo a paródia abaixo e comecei a refletir sobre os traços de humanidade na personalidade de Cristo e na maquinização do fazer pedagógico. Hoje e nos próximos dias, estaremos analisando as cenas do vídeo e publicando as reflexões que geraram em nós. 


Cena 1 – A máquina pede as roupas do sábio. Este ao recusar lhe entregar, é agredido com um soco no rosto. 
Jesus era amoroso, misericordioso, cheio de compaixão e calmo. A máquina, frio e programado para matar, não sabendo ouvir um não, fere o sábio. Podemos adotar em sala de aula a frieza do andróide ou o calor humano do afeto, da compreensão, do respeito e do diálogo.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A hospedaria do Rei - Parte I



Em Lucas 2:7 a Bíblia diz que José e Maria procuravam um hotel, mas como a cidade estava em festa, o único lugar que encontraram segundo a tradição, foi  um estrebaria, coube ali, nascer o Rei dos reis. Você consegue imaginar o homem que dividiu a História em duas partes, antes e depois d’Ele nascendo num ambiente tão simples? O que fez daquele lugar um espaço especial ao ponto de reis e uma legião de anjos se dirigirem para ele? Escolas sucateadas, sem recursos, caindo aos pedaços ou não, o que faz com que alguns sejam mais prestigiados em suas escolas do que seus colegas de trabalho que lecionam na mesma instituição?.

domingo, 8 de maio de 2011

Maria: as lições da mãe de Jesus



Genitora (Lc 1:31) – Maria carregou em seu ventre aquele que tirou o pecado do mundo e dividiu a História em duas: antes dEle, e depois dEle. Como educador me pergunto se estou sendo suficientemente forte e paciente para suportar as dores do “parto” educacional; se o que estou formando em minhas turmas, são homens e mulheres que irão influenciar esta terra positivamente. Maria deu a luz ao salvador do mundo. Que tipo de pessoa estamos gerando? Jesus ou Barrabás?
Fazei tudo o que o mestre mandar” (Jo 2:5) – Jesus havia sido convidado para um casamento. O vinho da festa termina. Maria humildemente reconhece em Cristo o poder para operar milagres e pede-lhe ajuda. Jesus transforma a água em vinho. Temos uma série de documentos sobre educação que orientam a prática do professor, vemos muita teoria na academia, mas por vezes não fazemos o que nos sugestionam. Então, seguimos no improviso ou na experiência acumulada com o tempo, mas que não se renova. Além disso, não buscamos socorro ou salvação para as dificuldades vivenciadas por conta de nossas limitações pessoais e profissionais e continuamos servindo um ensino insípido.

sábado, 7 de maio de 2011

“Pedro tu me amas?” - Jesus o Mestre da Afetividade


Muito tempo antes dos estudos de Wallon, o Emanuel já sabia que a afetividade era poderosa em seus efeitos e podia desatar a aprendizagem. Foi assim com a mulher samaritana, a mulher adúltera e com Pedro que o havia negado três vezes antes de ser crucificado e agora estava ali sendo confrontado por ele a beira do rio comendo peixe assado na brasa. Jesus pergunta: “Pedro tu  me amas?”. O discípulo prontamente respondeu: “Sim Mestre”. Jesus fez novamente a pergunta e ouviu a mesma resposta. Foi quando Cristo olhando profundamente em seus olhos tornou a perguntar: “Pedro, tu me amas”. Pedro se entristeceu, porém algum segundo depois ergue os olhos e diz: “Mestre, tu sabes que eu te amo”. Ao que o Mestre emendou: “Então apascenta as minhas ovelhas”.
Jesus tinha tamanho amor pelas multidões que o seguiam e paravam para ouvi-lo que mesmo cansado as atendia, ministrava cura, libertação e encontrava tempo para liberar uma palavra de salvação. Os líderes de seu tempo apenas julgavam as pessoas com hipocrisia, Ele, contudo, não deixava de chamar a atenção delas para os erros que haviam cometido, mas o fazia de uma forma que não as intimidava. Elas não sentiam como se alguém estivesse a censurá-las. Ele as fazia pensar, chegarem a conclusão do que precisavam por si próprias.
Como professores muitas vezes nos esquecemos como nossas palavras, nossos atos e até mesmo nosso olhar podem abater ou levantar nossos alunos. Perdemos a serenidade que foi uma das marcas do Mestre e julgamos e condenamos, isolamos ou enchemos a cabeça deles de fórmulas e regras gramaticais, quando na verdade o que precisariam de fato é de um  pouco mais de atenção, de nossa presença, de sentirem que os compreendemos que estamos preocupados com sua aprendizagem que os erros são mais do que erros.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Profissional docente





Aula de Ciências, o professor procurando saber o conhecimento prévio dos alunos sobre solos, esse era o conteúdo, pergunta:
- O que o geólogo faz?
Um aluno engraçadinho responde:
- Gelo, professor!
A turma inteira cai na gargalhada.
Um professor dirá: “Que falta de respeito...”.
 Outro até irá rir com a turma transformando o fato num momento de descontração, entenderá como um quebra-gelo inofensivo.
E você como reagiria?

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O Auxiliador do Mestre


Por três anos e meio o Emanuel esteve ao lado de seus discípulos, mas Ele certa vez os alertou que chegaria o dia em que teria de ascender os céus. No entanto, o mestre não iria embora sem deixar um substituto, alguém que ajudaria os seus discípulos em sua caminhada, então disse: “Eis que vou, mas deixo-vos o Consolador, Ele os guiará a toda a verdade” ( Jo 14:16;16:13). Quantas vezes como professores nos sentimos desamparados e pensando como sozinhos poderemos ajudar tantos alunos com tantas dificuldades de aprendizagem? Salas superlotadas, alunos com necessidades especiais, metade da turma sabendo ler e a outra por ensinar, o aluno que perdeu toda a motivação para estudar, o outro que nenhum alfabetizador da escola consegue fazer com que aprenda sequer o alfabeto. Tantos abacaxis pra descascar, nenhuma ajuda, o professor está só ... e você se pergunta: “e agora José?”.  

domingo, 1 de maio de 2011

Deus Emanuel, professor conosco



Em Mateus 1:23 vemos uma importante lição do mestre Jesus, diz o texto sagrado que Ele seria chamado Emanuel que significa Deus conosco. E é isso o que justamente nossos alunos querem de nós, nossa presença apoiando, fortalecendo, transmitindo confiança, os protegendo e orientando de perto.